A primeira partida sem Juninho, depois de duas vitórias consecutivas
desde o retorno do Reizinho, escancarou a diferença entre as versões do
Vasco com e sem o veterano. Aos 38
Poupado para o clássico de domingo contra o Botafogo, por precaução de
uma possível contusão (seria o terceiro jogo consecutivo do jogador),
Juninho fez falta na criação das jogadas, embora Pedro Ken, mais
adiantado, tenha feito boa partida. Para Dorival, no entanto, a presença
do camisa 8 torna o time mais regular e mais consistente.
- O Vasco vem num processo de evolução e considero que tenhamos feito
uma boa partida. Mas sentimos a falta do Juninho, do padrão de jogo que
eles nos dá. É um jogador que cadencia o ritmo, que proporciona
situações de jogo, que acha os espaços para saídas em velocidade – disse
Dorival, enumerando as qualidades e a importância do jogador.
Apesar da falta evidente que Juninho fez, Dorival elogiou muito seus
comandados. Ele lembrou que, além de muita luta e entrega, o time
conseguiu bom toque de bola, principalmente no início da partida.
- Tivemos os primeiros 30 minutos de predomínio, com troca de passe,
com profundidade e jogadas agudas, agressivas. Mas depois caímos, e é
nesse momento que se sente a falta de um jogador como Juninho. Mas num
todo o time evoluiu, mesmo sem um jogador muito importante, que define o
padrão da equipe – afirmou Dorival.
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